Glau Kemp

Reside na praia de Itaipuaçu em Maricá- RJ, com seu Mister Darcy, seus cães e livros. Graduanda de medicina veterinária, gosta de estar em meio à natureza e animais. Publica de forma independente seus contos e romances na Amazon, além de participar de diversas antologias em diferentes editoras. Já flertou com vários gêneros, mas seu trabalho está mais concentrado no suspense e terror, incluindo a criação e adaptação de contos e romances para roteiro de quadrinhos. Editora assistente da Revista Litere-se, colunista e podcaster no site Iluminerdes. Autora por necessidade da alma, é fascinada por mundos fantásticos e a natureza humana.

O Mal Tem Um Nome

“O bebê de Rosemary” encontra “A Profecia” por meio das palavras da autora Glau Klemp, que se inspirou nos roteiros de terror dos anos 70 e 80 e criou o maravilhoso “O mal tem um nome’.

Na Aparecida dos anos 70, uma cidade erguida no centro de um milagre, conhecemos a história de Marta e sua filha Clara. De sua terra cultivada por fé, a malignidade cresce no coração de uma mãe devota. As orações que a padroeira não atende são feitas agora para eles: anjos caídos. Ela não deveria saber o nome do demônio que atendeu sua prece, e a abominação despertada é tão grande que todos vão pagar pelo seu pecado. O mal só precisava que alguém o chamasse pelo nome e agora está entre nós.

“Faça uma oração antes de dormir e deixe a luz acesa. Se vir a fé em seus olhos, talvez vá embora. Mas ele virá”           

 — Por que um demônio iria querer vir até à casa de Deus, minha jovem?

 — Por que o senhor iria até a casa do demônio, padre?

 — Para levar a luz até ele.

 — O demônio também tem seus planos.