Rafael Becker

Rafael Becker tem 25 anos e as vezes pensa que sua vida é algo saído do Gerador de Improbabilidade Infinita. É formado em engenharia química, trabalha como consultor de finanças e gestão e escreve livros de fantasia e terror.

Adora dias chuvosos e a xícara de café é sua melhor companhia. Compra mais livros do que consegue ler, jura que um dia vai terminar todas as obras do Stephen King e gosta de escrever histórias sobre pessoas comuns em situações impossíveis.

Charlie

Um homem desesperado, sem medo ou noção do que pode lhe acontecer. Uma culpa o corroendo, ainda inacreditável em sua memória. Velocidade. Um acidente. Uma batida. Um barulho ensurdecedor.
 
Assim começamos Charlie, narrativa em terceira pessoa que nos apresenta as consequências de um grave acidente de trânsito na vida de um rapaz transtornado pela culpa do que uma traição o levou a fazer.
 
Em algum outro ponto, um homem sem face tortura um rapaz chamando George, desesperado atrás de um roteiro que George não sabe do que se trata. Uma criança chamada Charlie vê o mundo inteiro ao seu redor desaparecer, dando lugar a um universo em que apenas Clint, um cowboy estilo badboy, parece existir. Em um restaurante, um casal em crise vê todas as pessoas desaparecerem, e descobre que a cozinha do lugar na verdade é uma prisão, em que um maluco chamado C. Hollmann está preso a uma camisa de força. Olivia, uma mulher linda e atraente, cai nas mãos do homem sem face, e acaba tendo seu caminho cruzado com o de George.
 
A vida de todas essas pessoas está interligada, e envolta também a Ouro, Prata e Cobre, um trio que vive um amor e uma traição de contos de fada.
 
Sem medo de arriscar e tratando de um leque de temas existenciais, Charlie é novo, diferenciado e extremamente envolvente.